quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Mais uma musa!


Enfim encontrei mais uma musa para o blog “Patrulha Noturna”. Depois de Rachel McAdams e Megan Fox, a mais nova musa é a atriz Jacinda Barrett. Bonita, boa atriz, carismática e sensual na medida certa, sem ser vulgar. Vou parar por aqui senão acabo apanhando, hahaha.
Aí estão os filmes vistos recentemente, alugados na Supervideolocadora.

“Um Beijo a Mais” – Drama
Michael tem a vida perfeita: um bom emprego, bons amigos e uma linda garota que o ama de verdade. Apesar disso Michael parece insatisfeito. Sua namorada está grávida ele se sente pressionado por sair de sua vida descompromissada para viver como um adulto cheio de responsabilidades. Ele acha que tudo está encaminhado e que não surgirão mais surpresas em sua vida. Isso até conhecer uma bonita moça que tenta seduzi-lo.
Este um filme diferente daquelas comédias românticas que surgem aos montes por aí. É muito difícil de aparecer um filme que discute a relação de pessoas jovens e bonitas de uma forma decente, sem apelar para velhas fórmulas de roteiros burocráticos. Os atores centrais, Zach Braff e Jacinda Barrett (foto acima) estão ótimos. Os amigos de Michael também passam por maus bocados em suas relações e todos os atores são competentes e suas histórias são realmente interessantes. Outro que se destaca é o veterano ator Tom Wilkinson, que passa emoção ao espectador de forma verdadeira.
O único defeito de “Um Beijo a Mais” é conclusão, que parece ser um pouco apressada. Já que o drama dos personagens foi apresentado de forma perfeita, o final merecia ser melhor e mais conclusivo.
Mesmo assim o filme é uma diversão de primeira, que de quebra ainda faz o espectador pensar. Não deixe de ver. Nota 7,0.

“O Contrato” – Aventura
Morgan Freeman é um assassino de aluguel. Ele nunca falhou, é extremamente eficiente em seus planos de matar sem deixar rastros. Num golpe do azar ele é preso. Mesmo assim ele consegue escapar e se esconde numa grande floresta, enquanto é caçado pela polícia e pelos seus companheiros do crime. John Cusack é um pai que tenta se aproximar do filho, um adolescente rebelde, acampando na mesma floresta. O destino dos três personagens irão se cruzar num rumo sangrento.
Boa ventura que mostra mais uma vez toda competência de Morgan Freeman e o carisma de John Cusack.
“O Contrato” é o típico filme que agrada a todos, apesar de não ser um filme inesquecível. Serve muito bem como diversão descompromissada, e é melhor do que muitos filmes arrasa-quarteirão que tem por aí.
Alugue sem medo de ser feliz. Nota 6,5.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Voltei!


Olá, nada contrariando?
Estamos aí (mesmo com uma certa demora) para mais uma rodada de filmes, todos alugados na Supervideolocadora.

“As Férias de Mr. Bean” – Comédia
Se você gosta do Mister Bean este filme é obrigatório!
Na história, o inglês Bean ganha de uma rifa uma viagem para a paradisíaca praia de Cannes, na França. Conhecendo a deficiência mental do personagem, você já sabe que será bem difícil pra ele chegar lá.
O filme é uma confusão de eventos, todos provocados pela inaptidão e inocência do personagem. Nem todos são engraçados, mas alguns, além de hilários, ainda são emocionantes.
Com 10 segundos de filme o Mister Bean já apronta uma das suas. Com 5 minutos ele já está numa enrascada sem tamanho, após perder a bagagem, o dinheiro, os documentos e o passaporte em um país que lhe é estranho. Não demora muito e ele começa ser perseguido pela polícia federal pelos crimes de roubo e seqüestro.
O filme tem cenas de rolar no chão de rir, como a parte em que ele almoça crustáceos e lagostas num restaurante chique. Ou na parte em que ele se perde numa rodovia e começa a pedir carona. Cuidado pra não acordar a vizinhança com suas gargalhadas!
Apesar de “As Férias de Mr. Bean” não ser melhor que o primeiro filme do personagem, há muito tempo eu não ria tanto. Nota 7,0.

“Possuídos” – Drama/Suspense
A atriz Ashley Judd vive uma mulher solitária que trabalha num bar de lésbicas à noite e sempre termina o dia em seu pequeno quarto de hotel. Maltratada pelo marido que cumpre pena na cadeia, ela vive com medo que um dia ele volte para infernizar sua vida. Até que surge um estranho que passa a se relacionar e a viver com ela, mas o cara vê insetos em todo lugar que olha.
“Possuídos” foi vendido como um suspense pela produtora mas o filme se revela mesmo como um drama. O filme é uma verdadeira viagem à loucura, já que o rapaz, que é um doido de rasgar dinheiro, vai levando a personagem principal a perder completamente a razão. Se você tiver a fim de ver um filme desse naipe, vá em frente, só não espere uma virada no roteiro ou um final feliz.
Se tem uma coisa que esse “Possuídos” realmente tem de bom é a incrível performance de Ashley Judd, uma atriz que eu sempre achei mediana, mas que aqui tem o papel de sua vida, entregando-se completamente à loucura que a interpretação de sua personagem exige.
Difícil de julgar esse filme, já que a história incomoda. Mesmo assim eu digo que não veria esse filme novamente de jeito nenhum. Ver personagens perdendo a razão e fazendo um mergulho profundo na insanidade uma vez só basta. Nota 4,0.

domingo, 18 de novembro de 2007

Os filmes da semana!


Olá, bom dia!
Estou aproveitando essa manhã de domingo para atualizar o blog com os filmes que vi na semana passada.

“Borat” – Comédia
Borat, um jornalista do Cazaquistão, viaja aos EUA para fazer um documentário sobre o “modo de vida americano”.
Essa é basicamente a história, já que o filme apresenta uma interessante colagem de episódios contando as aventuras de Borat.
Sacha Baron Cohen é um comediante inglês que se passa pelo cazaquistanês. Tudo é filmado em forma de documentário, sendo que as pessoas que Borat entrevista e conversa durante o filme estão mesmo pensando que estão fazendo parte de um documentário.
É impressionante como o ator incorporou o personagem pois em momento algum do filme ele dá pistas aos seus entrevistados que é um ator. A ingenuidade do personagem também é um ponto a se destacar no filme, já que ele protagoniza cenas embaraçosas com uma cara de pau deslavada, levando o espectador a se simpatizar com ele.
Borat é um personagem machista e carregado de preconceitos, principalmente contra os judeus e gays, e ele diz frases politicamente incorretas durante todo o filme.
“Borat” é um filme que tem partes engraçadas e outras nem tanto. É também um filme que pode render uma análise mais aprofundada sobre seus aspectos sociais, mas isso eu deixo para os intelectuais. Não deixe de ver de jeito nenhum as cenas cortadas nos extras. É uma boa diversão! Nota 7,0.

“Somos Marshall” – Drama
Filme baseado numa história real.
Na década de 70 um avião caiu e matou todos os jogadores de futebol americano da cidade de Huntington, dos EUA. Morreram também todos os treinadores, patrocinadores, jornalistas e fãs que acompanhavam o time. O principal dilema apresentado no filme é: a faculdade de Marshall deve ou não montar um novo time, a partir do zero, para disputar o campeonato?
É aí que entra o ator Matthew McConaughey, como o treinador que criará um novo time, mesmo com grande parte da população contra essa iniciativa.
Esse é mais um daqueles bons filmes de superação que os americanos tanto gostam. Tudo que está no filme foi feito para cativar o espectador, inclusive a trilha sonora grandiosa que surge nas seqüências mais emocionantes.
Matthew McConaughey prova mais uma vez que além de ser carismático, é um ator de respeito, praticamente engolindo em cena seu colega de atuação, o Matthew Fox, o Jake da série “Lost”.
Bom filme, pode alugar sem medo. Nota 6,5.

sábado, 10 de novembro de 2007

Ralando!


Olha eu aí no trabalho!
Essa foto foi tirada dias atrás por um fotógrafo inexperiente (fui eu, eu confesso), e mostra pelo menos um pouco do estúdio da 99FM.

Vai um filminho aí?


Opa!
Que bom estar de novo por aqui atualizando este espaço com as minha abobrinhas!
Hoje eu vou falar sobre dois filmes que vi na semana retrasada, mas que ainda não havia colocado por aqui por absoluta falta de tempo. Por que será que o dia só tem 24 horas? Que coisa mais mal feita, hahahaha.

“Jogos Mortais 3” – Sadismo
Maníaco Jigsaw está morrendo e captura uma médica para mantê-lo vivo até que uma outra vítima, um pai que perdeu um filho por atropelamento, cumpra uma série de mórbidas tarefas para sobreviver.
Agora virou mania de todo ano ter um novo “Jogos Mortais” nos cinemas, afinal de contas, são filmes com baixo custo de produção e de alta rentabilidade.
Mas vou direto ao assunto: quem viu os anteriores não encontrará nenhuma novidade neste, a não ser pelas mortes, que sempre são inventivas e doloridas para as pobres vítimas, que morrem urrando com muita dor.
Essa série, que começou muito bem com o primeiro filme, passou a apelar a partir do segundo, mostrando a carnificina de forma muito clara, sem poupar o espectador. Agora, a câmera focaliza os membros sendo decepados sem nenhum pudor. Há uma cena nesse “jogos Mortais 3” em que o vilão precisa fazer uma pequena operação no cérebro. A câmera então mostra os detalhes da médica retirando o couro cabeludo do sujeito. Depois ela usa martelo, pregos e uma serra para furar e serrar o crânio. Então ela usa uma lâmina cirúrgica para cortar uma camada que envolve o cérebro. Tudo isso é mostrado só para causar impacto no espectador, sem nenhum conteúdo narrativo mais contundente.
O que fica parecendo é que cada frame de “Jogos Mortais 3” foi feito para escandalizar e chocar o espectador no pior sentido, o gratuito.
A conclusão que eu chego é que esse filme é feito exclusivamente para sádicos, e só não leva nota 1,0 porque aluguei esse filme sabendo disso.
Conclusão: muitas pessoas vão adorar, mas eu detestei.

“Caçados” – Suspense
Engenheiro que está construindo uma represa no meio da selva africana recebe a visita de seus 2 filhos adolescentes e de sua nova esposa. O intuito dele é fazer com que seus filhos se entrosem um pouco mais com sua atual esposa. Num passeio de carro pela selva um imprevisto acontece e eles se vêem presos dentro de um carro e cercados por vários leões famintos.
Filme bacana, apesar de não contar com uma produção tão grande como a de “A Sombra e a Escuridão”, o melhor filme com leões já feito na história.
Mesmo assim o filme conta com um suspense competente e com uma história amarradinha, que se não levanta altos vôos, também não chega a decepcionar.
Bom divertimento para um sábado à noite. Pode alugar sem medo e veja com toda família. Nota 6,0.

sábado, 27 de outubro de 2007

Eu tardo mas não falho!


Olá você! Tudo ok? Nada contrariando?
Finalmente chegou o dia em que poderei atualizar o blog com tranqüilidade, apesar de estar trabalhando no momento.
Primeiro eu quero deixar um abraço muito especial para a minha amiga Simone, de São Paulo, que fez aniversário ontem (26/10). Ela é uma das poucas que acompanham esse blog, haha.

Aí estão os filmes que vi na semana passada, todos alugados da Supervideolocadora.

“Atirador” – Ação
Mark Wahberg é Bob Lee, um atirador de elite que é traído pelo governo americano e perde o seu melhor amigo no campo de batalha. Anos após o incidente, ele é convocado novamente pelo governo para proteger o presidente americano de ser alvo de um outro atirador de elite. Tudo dá errado e ele passa a ser o principal suspeito do atentado. Então ele resolve provar sua inocência matando todos em seu caminho.
Filme de ação bem produzido, com ótima trama, bons vilões e Mark Wahlberg interpretando uma espécie de Jason Bourne mortífero com armas de longo alcance, já que no filme a sua mira é impecável e ele não erra um tiro sequer, todos na cabeça dos inimigos.
Outro destaque do elenco é Danny Glover, o parceiro de Mel Gibson na série “Máquina Mortífera”, aqui vivendo um vilão que se acha acima de qualquer suspeita, mas que tem um fim bem merecido.
O filme só poderia ter alguns minutos a menos e ser um pouco mais ágil em alguns momentos, mas do jeito que está é um divertimento com respeito, com uma trama amarradinha do início ao fim. Bom programa. Nota 7,0.

“Número 23” – suspense
Jim Carrey vive um agente da prefeitura, chamado Walter Sparrow, que coleta cães sem dono das ruas. Certo dia ele recebe de presente da esposa um livro que conta a história de um homem obcecado com o número 23. Ele passa a se reconhecer na história do livro, ficando também cismado com o número. A história também se mistura com um crime acontecido anos atrás.
Apesar do esforço de Jim Carrey, um ator que eu acho excelente, o filme não engrena. Grande parte da história é sobre a paranóia do sujeito com o número 23, já que ele enxerga esse número em tudo que vê. E o filme fica nisso sem seguir adiante. O mais estranho é que o personagem de Carrey demora dias para ler o tal livro, como se não importasse com o fim da história, e essa demora fez com eu me irritasse com seu personagem.
Então eu me liguei: “Número 23” é dirigido pelo Joel Shumacher, o mesmo *#@@/# que estragou “Batman Eternamente” e “Batman e Robin”. Por isso o filme é arrastado, sem suspense, chato, ruim mesmo. Um desastre total.
O mais incrível ainda é que esse filme está sendo um dos mais alugados atualmente e a dona da Supervideolocadora, a Nilda, me disse que as pessoas têm gostado do filme. Vai entender...
Sério candidato a pior a filme do ano. Nota 1,0

“Uma Noite no Museu” – Comédia/Aventura
Larry (Ben Stiller) é um homem desempregado, separado da esposa, que precisa de um emprego para conquistar o respeito de seu pequeno filho. Larry então começa a trabalhar como vigia noturno no Museu de História Natural de Nova Iorque. O que o cara não sabe é que lá, em todas as noites, tudo cria vida. Desde animais selvagens como leões e mamutes, como maias, romanos, soldados da cavalaria, índios, e até um Tiranossauro Rex.
O filme foi vendido como comédia pela produtora, mas na verdade funciona melhor como uma aventura. Só há uma parte realmente engraçada em todo filme, mas não que ele seja ruim, pelo contrário, “Uma Noite no Museu” é uma ótima diversão.
Os efeitos especiais são, como sempre, excelentes e o carisma de Ben Stiller ajuda a carregar o filme, isso sem contar com as participações especiais de Robin Williams e de Owen Wilson, que sempre aparece nos filmes do amigo Stiller.
Boa diversão. Nota 6,0.

Por falar em Owen Wilson (foto acima), eu fico pensando, como pode um cara sempre fazer papéis tão bacanas, sempre parecer tão “cool” em seus filmes, sempre ser tão espirituoso, de alto astral, tentar o suicídio?
Além disso, mesmo fazendo papéis de otários ou de chatos no cinema, ele sempre me pareceu ser uma pessoa sábia. Ele seria um dos últimos atores que eu imaginaria que tentaria se suicidar.
Dias atrás o ator tomou uma overdose de pílulas e cortou os dois pulsos. Owen foi achado inconsciente em casa pelo irmão e também ator Luke Wilson. Por pouco ele não conseguiu mesmo se suicidar.

Vou ficar por aqui prometendo que essa semana (de verdade) teremos mais uma atualização. Quem viver, verá, hahaha.

sábado, 13 de outubro de 2007

Mais um filme nota 10!


Olá a todos.
Aí estão os filmes que vi na semana passada mas ainda não estavam no blog.
Todos alugados na Supervidelocadora, é claro.

“Rocky Balboa” – Aventura
Rocky, já beirando a casa dos 60 anos, tem um restaurante e segue sua vida dia-a-dia sem muitas alegrias. Ele não se entende com o filho e vive em depressão por ter perdido a esposa. O jovem Mason Dixon, no auge de sua forma física e força é o novo campeão mundial de pesos-pesados do pugilismo, mas ele não tem carisma com o público. Ele também nunca enfrentou um adversário à altura.
Um jogo de computador de um programa esportivo indica que se os dois atletas se enfrentassem em uma luta, Rocky seria o vencedor. Não demora muito até que alguém tenha a idéia de colocar os dois lutadores em um ringue.
Emocionante do início ao fim! Assim é “Rocky Balboa”, o sexto filme da série que teve início em 1976. O filme é roteirizado, interpretado, produzido e dirigido por Sylvester Stallone, que apresenta a sua melhor atuação nas telas há muito tempo.
A cena em que Rocky leva uma série de socos na luta final e se ajoelha, recusando-se a cair e se levanta novamente, mesmo sabendo que provavelmente apanhará de novo, é uma das mais bonitas na história recente do cinema. É um privilégio ver como Sylvester Stallone tratou o Rocky neste filme, com respeito, carinho e amor ao personagem.
Eu achei que escreveria essa crítica fácil, mas já tem um bom tempo que estou aqui e ela está difícil de sair. Deve ser pela nostalgia dos filmes antigos, que eu gosto muito, ou pela emoção de ver que o Stallone, mesmo com a idade avançada não se intimidou pelo desafio de encarar mais um capítulo da saga, assim como o próprio Rocky, que não se deixa abater nunca.
Muito mais que um filme, um exemplo de perseverança! Nota 10.

“Tempos de Violência” – Drama
Não, esse filme não tem nada a ver com outro “Tempos de Violência”, o “Pulp Fiction”.
Christian Bale, o Batman, interpreta um jovem de 26 anos sem perspectivas de futuro. O cara serviu na Guerra do Iraque e gostou muito da experiência de matar. Ele tenta conseguir emprego como policial em Los Angeles e na Policial Federal americana, e ao mesmo tempo vive viajando para o México para ver a namorada.
Aqui, Christian Bale interpreta um psicótico violento e instável, que tenta levar seu melhor amigo para o mau caminho durante todo o filme.
Esse é o tipo de filme em que os protagonistas se envolvem numa enrascada atrás da outra sem medir as conseqüências de seus atos, até que finalmente a enrascada fica complicada demais para que todos se salvem.
Apesar de ser um pouco estranho de ver o novo Batman num filme assim, Christian Bale se entrega totalmente ao personagem, em mais uma bela atuação de sua carreira.
Não é um grande filme, mesmo assim é um passatempo competente. Nota 5,0.

“O Amor Não Tira Férias” – Comédia romântica
Na história desse filme, Kate Winslet interpreta uma editora de livros que mora em Londres e que ama um sujeito, mas é sempre tratada como “a outra”. Ao mesmo tempo, Cameron Diaz é uma bem sucedida produtora de trailers que é traída pelo namorado. As duas moram em cidades diferentes e estão desiludidas com o amor. Se conhecendo pela internet, as duas combinam de cada uma passar uma temporada na casa da outra, para mudar de ares. O que elas não sabem é que poderão encontrar, mesmo sem querer, o verdadeiro amor de suas vidas.
Comédia romântica simpática com ótimas atuações, especialmente de Kate Winslet e de Jude Law, um ator que sempre aparece com muito carisma nas telas.
Enquanto isso, o ator Jack Black apresenta uma atuação mais contida e Cameron Diaz exagera um pouco nos trejeitos mas continua simpática e linda como sempre.
É muito bom rever também o ator Eli Wallach, que já tem mais de 90 anos. Ele é um ator que está num dos filmes que mais gosto, “Três Homens em Conflito”, que é um faroeste da década de 60 com Clint Eastwood dirigido por Sergio Leone.
Talvez o único erro de “O Amor Não Tira Férias” seja a sua duração, com 2 horas e 10 minutos, o que pode causar um certo cansaço. Mesmo assim o filme vale a pena ser visto.
Não é um filmaço mas cumpre bem sua função de entreter o público, apesar de não emocionar muito . Nota5,0.